ESTÁ EM CURSO UM PROCESSO CRIMINAL CONTRA OS AGENTES DA POLÍCIA QUE ATEARAM FOGO CONTRA DOIS MADEIREIROS NO DISTRITO DE MAJUNE.


 ESTÁ EM CURSO UM PROCESSO CRIMINAL CONTRA OS AGENTES DA POLÍCIA QUE ATEARAM FOGO CONTRA DOIS MADEIREIROS NO DISTRITO DE MAJUNE.


A informação foi divulgada pelo ministério público na província do Niassa, na manhã da última Quarta-feira (31.07.2024), em Lichinga. O órgão diz estar a trabalhar com as duas versões das quais uma da polícia, que coloca as vítimas como causadores do incêndio que culminou em queimaduras do terceiro grau. E a versão dos dois madeireiros, que afirma que os agentes da Polícia de Protecção do Meio Ambiente atearam sem piedade e remorso algum o fogo sobre os dois Cidadãos.

O procurador provincial do Niassa, João Nhane garantiu que, até ao momento, decorriam investigações minuciosas para se apurar a veracidade do sucedido.

A fonte avançou que caso seja comprovado que os agentes da polícia tenham de facto ateado fogo contra os madeireiros, serão responsabilizados pelo crime de homicídio frustrado.


O crime de homicídio frustrado, ocorre quando alguém pratica actos com o objetivo de matar outra pessoa, mas por algum motivo alheio à sua vontade, não conseguiu consumar o crime.


Importa referir que o acto ocorreu no dia 25.07.2024, no Povoado de Mecualo, Distrito de Majune, após a Polícia de Protecção do Meio Ambiente ter detido dois madeireiros que abatiam as árvores de forma ilegal.

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